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TitleArcelor- Tecnicas de Inspecao Procedimentos e Testes
TagsRelay Electrical Network Magnetism Temperature Electrical Resistance And Conductance
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Table of Contents
                            SUMÁRIO
1  APRESENTAÇÃO
2 INTRODUÇÃO
3   MÁQUINAS ELÉTRICAS ROTATIVAS
	3.1 FONTES DE ALIMENTAÇÃO
	3.2 PROTEÇÃO DE MOTORES DE CORRENTE ALTERNADA.
		3.2.1 Proteção Contra Surtos de Tensão
		3.2.2 Proteção Contra Sobrecargas.
		3.2.3 Proteção Contra Curtos-Circuitos
	3.3 PROTEÇÃO CONTRA FALTA E DESEQUILÍBRIO DE FASES
	3.4 INTERAÇÃO MOTOR E MÁQUINA ACIONADA
	3.5 INSPEÇÃO DE MOTORES ELÉTRICOS
		3.5.1 Instalação do Motor Elétrico.
			3.5.1.1 Aterramento
			3.5.1.2 Dispositivos de Bloqueio e Calços
			3.5.1.3 Medição da Resistência de Isolamento
			3.5.1.4 Conexão de Força do Motor
			3.5.1.5 Conexões dos Condutores dos Circuitos de Proteção e Controle
			3.5.1.6 Fixação do Motor à Base
			3.5.1.7 Proteções do Motor
		3.5.2 Operação com o Motor Desacoplado
		3.5.3 Acoplamento Motor – Máquina Acionada
		3.5.4 Operação com o Motor Acoplado
			3.5.4.1 Indicadores e Proteção de Vibração
			3.5.4.2 Indicadores e Proteção Térmica dos Mancais
			3.5.4.3 Indicadores e Proteção Térmica dos Enrolamentos
			3.5.4.4 Dispositivos Auxiliares
		3.5.5 Inspeção Sistemática
			3.5.5.1 Sistema de Alimentação
			3.5.5.2 Motor
	3.6 INSPEÇÃO EM MÁQUINAS COM ESCOVAS DE CARVÃO
		3.6.1 Porta Escovas e Escovas
		
		3.6.2 Comutadores e Anéis Coletores
		3.6.3 Interpolos e Linha Neutra
	3.7  PRINCIPAIS CAUSAS DE FALHAS DE MÁQUINAS ROTATIVAS DE CORRENTE ALTERNADA
		3.7.1 Introdução
		3.7.2 Rolamentos (Mancais)
		3.7.3 Contaminação por Agentes Agressivos
		3.7.4 Degradação Térmica
			3.7.4.1 Falta de Fase (Operação em Duas Fases)
			3.7.4.2 Sobrecarga Mecânica
			3.7.4.3 Rotor Travado
			3.7.4.4 Temperatura Ambiente Acima de 40 OC
			3.7.4.5 Partidas Sucessivas
			3.7.4.6 Roçamento Rotor-Estator
			3.7.4.7 Tensões Anormais
		3.7.5 Abrasão Mecânica
	4  TRANSFORMADORES DE FORÇA
		4.1 ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DO ÓLEO ISOLANTE
		
		4.2 CROMATOGRAFIA DOS GASES DISSOLVIDOS NO ÓLEO ISOLANTE
		4.3 RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO
		4.4 FATOR DE POTÊNCIA DO ISOLAMENTO
		4.5 RESISTÊNCIA ÔHMICA DOS ENROLAMENTOS
		4.6 ACESSÓRIOS PARA INDICAÇÃO E PROTEÇÃO
			4.6.1 Relé Buchholz (Trafoscópio)
				4.6.1.1 Características Gerais
				4.6.1.2 Teste de Funcionabilidade do Relé Buchholz
				4.6.1.3 Teste de Inflamabilidade
				4.6.1.4 Teste de Acetileno
				4.6.1.5 Verificações na Operação do Relé Buchholz
			4.6.2 Relé de Fluxo de Óleo e Gás
			4.6.3 Relé de Pressão Súbita
				4.6.3.1 Relé de Pressão de Gás
				4.6.3.2 Relé de Pressão de Óleo
			4.6.4 Dispositivo de Alívio de Pressão
				4.6.4.1 Tubo com Diafragma
				4.6.4.2 Tubo com Mola Espiral
				4.6.4.3 Alavanca Articulada
			4.6.5 Termômetros Tipo Mostrador
				4.6.5.1 Termômetro para Líquido Isolante
				4.6.5.2 Termômetro para Enrolamento (Imagem Térmica)
		4.7 PLANO DE INSPEÇÃO DE TRANSFORMADORES DE FORÇA
		4.8 COLETA DO ÓLEO PARA ANÁLISE
			4.8.1 Coleta para Ensaio Físico-Químico
			4.8.2 Coleta para Cromatografia de Gases Dissolvidos
	5   CABOS ISOLADOS
		5.1 INTRODUÇÃO
		5.2 TIPOS DE ISOLAÇÃO DE CABOS DE POTÊNCIA
		5.3 O FENÔMENO DA ARBORESCÊNCIA (TREEING)
		5.4 TEMPERATURA
		5.5 DESCARGAS PARCIAIS
		5.6 ERROS DE INSTALAÇÃO
		5.7 ERROS NA ESPECIFICAÇÃO DA TENSÃO DE ISOLAMENTO DO CABO
		5.8 TERMINAIS E EMENDAS
		5.9 TESTES DE CABOS ELÉTRICOS NO CAMPO
		5.10 INSPEÇÃO DE CABOS ISOLADOS
		5.11 ENSAIO  DE TENSÃO ELÉTRICA (NBR 6881)
		5.12  ENSAIO DE TENSÃO ELÉTRICA ALTERNATIVO
	6  CAPACITORES DE POTÊNCIA
		6.1 A INSPEÇÃO DE UM CAPACITOR
			6.1.1 Limpeza
			6.1.2 Oxidação da Carcaça e Estruturas de Suporte.
			6.1.3 Aterramento
			6.1.4 Proteção Contra Curto-circuito
			6.1.5 Deformação da Carcaça
			6.1.6 Isolamento
			6.1.7 Teste da Integridade do Módulo Capacitor
	7 PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS E ATERRAMENTO
		7.1  INSPEÇÃO DO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA)
			7.1.1 Captores
			7.1.2 Cabos de Descida
			7.1.3 Eletrodutos de Proteção
			7.1.4 Conexões Elétricas
	
	8 SISTEMAS DE ATERRAMENTO E MALHA DE TERRA
		8.1 INSPEÇÃO DO SISTEMA DE ATERRAMENTO
			8.1.1 Estruturas Metálicas
			8.1.2 Carcaça dos Equipamentos Elétricos
			8.1.3 Cubículos e Painéis Elétricos
			8.1.4 Transformadores e Geradores
			8.1.5 Resistência e Reatância de Aterramento
			8.1.6 Malha de Aterramento
	9   BATERIAS
		9.1  INSPEÇÃO DE BANCOS DE BATERIAS E CARREGADOR
			9.1.1 Limpeza
			9.1.2 Elementos
			9.1.3 Conexões
			9.1.4 Oxidação
			9.1.5 Pintura
			9.1.6 Nível do Eletrólito
			9.1.7 Medição de Tensão
			9.1.8 Densidade
			9.1.9 Análise do Eletrólito
			9.1.10 Descarga da Bateria
			9.1.11 Painel do Carregador
			9.1.12 Retificadores
			9.1.13 Indicadores de Tensão e Corrente
	10  EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM ATMOSFERAS EXPLOSIVAS.
		10.1 INTRODUÇÃO
		10.2 TIPOS DE INSPEÇÃO
		10.3 TIPO DE PROTEÇÃO
		10.4 FORMULÁRIO DE INSPEÇÃO
	11 REOSTATOS E RESISTORES
		11.1 INSPEÇÃO DE BANCO DE RESISTORES FIXOS
			11.1.1 Inspeção Visual
			11.1.2 Resistência de Isolamento
			11.1.3 Alteração nas Característica de Aceleração do Motor
		11.2 INSPEÇÃO DE REOSTATOS LÍQUIDOS
			11.2.1 Tanque
			11.2.2 Eletrólito
			11.2.3 Eletrodos
			11.2.4 Alteração nas Características de Aceleração do Motor
			11.2.5 Mecanismo de Curto-circuitamento e Levantamento das Escovas
			11.2.6 Contator de Curto-circuito do Reostato
	12  GALERIAS, ROTAS DE CABOS, ELETRODUTOS E ACESSÓRIOS
		12.1 INSPEÇÃO EM GALERIAS, ROTAS DE CABOS, ELETRODUTOS E ACESSÓRIOS
			12.1.1 Circuito de Iluminação
			12.1.2 Sistema de Drenagem de Água
			12.1.3 Limpeza da Galeria
			12.1.4 Bandejamento e Cabos Elétricos
			12.1.5 Eletrodutos
			12.1.6 Proteção Passiva
	13 SISTEMA DE ALARME E INCÊNDIO
		13.1 SENSORES
		13.2 PAINEL LOCAL
		13.3 PAINEL CENTRAL
		13.4 TESTE SIMULADO DE INCÊNDIO
	14 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE FORÇA
		14.1 SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE
		14.2 A INSPEÇÃO NOS CIRCUITOS DE ILUMINAÇÃO
			14.2.1 Painéis de Distribuição e Controle
			14.2.2 Eletrodutos e Linhas Elétricas Inclusive Condutores
			14.2.3 Luminárias e Acessórios
			14.2.4 Torres de Iluminação – Escada de Acesso e Plataforma
		14.3 INSPEÇÃO EM TOMADAS DE FORÇA
			14.3.1 Painéis de Distribuição
			14.3.2 Tomadas
	15   FREIOS ELETRO-HIDRÁULICOS
	16 FREIOS ELETROMAGNÉTICOS
	17 DETECTORES DE METAL E SEPARADORES MAGNÉTICOS.
		17.1 TÉCNICAS DE INSPEÇÃO
	18 DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E COMANDO DE CAMPO
	19  INVERSORES DE FREQÜÊNCIA
		19.1 PRINCÍPIO OPERACIONAL
		19.2 POTÊNCIA DO INVERSOR E DO MOTOR ACIONADO
		19.3 REATÂNCIA DE REDE
		19.4 REATÂNCIA DE CARGA
		19.5 INSTALAÇÃO ELÉTRICA
		19.6 GRAU DE PROTEÇÃO E VENTILAÇÃO
		19.7 INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA
		19.8 INSPEÇÃO
			19.8.1 Roteiro Para Inspeção
	20 DISJUNTORES
		20.1 GERAL
		20.2 INSPEÇÃO DE DISJUNTORES
		20.3 PRINCIPAIS CAUSAS DE FALHAS
	21  CONTATORES
	22  CHAVES SECCIONADORAS DE MÉDIA TENSÃO
	23  CUBÍCULOS E PAINÉIS ELÉTRICOS
		23.1 ARCO VOLTAICO
		23.2 INSPEÇÃO DETALHADA
	24  AVALIAÇÃO DO ISOLAMENTO ELÉTRICO UTILIZANDO TENSÕES DE CORRENTE CONTÍNUA
		24.1 INTRODUÇÃO
		24.2 ISOLAMENTO ELÉTRICO
		24.3  APLICANDO TENSÃO CONTÍNUA NO ISOLAMENTO
			24.3.1 Corrente de Carga Capacitiva
			24.3.2 Corrente de Absorção Dielétrica
			24.3.3 Corrente de Condução (Corrente de Fuga)
		24.4 FATORES QUE AFETAM A RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO
			24.4.1 Efeito das Condições da Superfície
			24.4.2 Efeito da Umidade
			24.4.3 Efeito da Temperatura
			24.4.4 Efeito do Valor do Potencial de Teste
			24.4.5 Efeito da Duração do Teste
			24.4.6 Efeito da Carga Residual
		24.5 TENSÃO NOMINAL E MÁXIMA TENSÃO DE TESTE
		24.6 TESTES DE AVALIAÇÃO DO ISOLAMENTO
			24.6.1 Resistência de Isolamento a 1 Minuto
			24.6.2 Método Resistência - Tempo. Índice de Polarização (IP)
			24.6.3 Teste de Multitensão
			24.6.4 Teste com Tensões Acima do Valor Nominal do Equipamento
		24.7 PRÁTICAS BÁSICAS PARA OPERAÇÃO DO MEGÔHMETRO
			24.7.1 Calibração
			24.7.2 Indicação do Zero
			24.7.3 Indicação de Final de Escala
			24.7.4 Terminais do Instrumento
			24.7.5 Pontas de Prova
		24.8 PRÁTICAS PARA TESTE DE ISOLAMENTO COM TENSÃO DE CORRENTE CONTÍNUA
		24.9 TESTES DE ISOLAMENTO EM MÁQUINAS ELÉTRICAS ROTATIVAS
			24.9.1 Geral
			24.9.2 Posições de Ligações para Teste
				24.9.2.1 Estator e Rotor CA com Três Cabos de Saída
				24.9.2.2 Estator de Motor de CA com Seis ou Mais Terminais.
				24.9.2.3 Máquinas de Corrente Contínua
				24.9.2.4 Geradores de Corrente Alternada
			24.9.3 Avaliação dos Valores Medidos
		24.10 TESTES DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO EM TRANSFORMADORES
			24.10.1 Geral
			24.10.2 Posições de Teste – Transformadores de 2 Enrolamentos
			24.10.3 Avaliação dos Valores Medidos
		24.11 TESTE DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO EM CABOS ELÉTRICOS
			24.11.1 Geral
			24.11.2 Posição de Teste
				24.11.2.1 Cabo Unipolar com Blindagem Metálica.
				24.11.2.2 Cabo Multipolar com Blindagem Metálica Envolvendo Cada Condutor.
				24.11.2.3 Cabo Multipolar sem Blindagem.
				24.11.2.4 Cabo Unipolar (de um Circuito Tripolar) sem Blindagem
			24.11.3 Avaliação dos Valores Medidos
		24.12 TESTES DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO EM DISJUNTORES E CONTATORES
			24.12.1 Geral
			24.12.2 Posições de Teste
			24.12.3 Avaliação dos Resultados dos Testes
	25  REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
                        
Document Text Contents
Page 1

PCO
PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO

OPERACIONAL CST






TÉCNICAS DE INSPEÇÃO E

PROCEDIMENTOS DE TESTES




















Janeiro de 2005

Page 2

SUMÁRIO

SUMÁRIO ...................................................................................................................II

1 APRESENTAÇÃO........................................................................................ XI

2 INTRODUÇÃO ..............................................................................................12

3 MÁQUINAS ELÉTRICAS ROTATIVAS...................................................13

3.1 Fontes de Alimentação......................................................................................13

3.2 Proteção de Motores de Corrente Alternada.....................................................15

3.2.1 Proteção Contra Surtos de Tensão ..........................................................15

3.2.2 Proteção Contra Sobrecargas...................................................................17

3.2.3 Proteção Contra Curtos-Circuitos ...........................................................22

3.3 Proteção Contra Falta e Desequilíbrio de Fases ...............................................25

3.4 Interação Motor e Máquina Acionada ..............................................................26

3.5 Inspeção de Motores Elétricos ..........................................................................29

3.5.1 Instalação do Motor Elétrico. ..................................................................29

3.5.1.1 Aterramento................................................................................29

3.5.1.2 Dispositivos de Bloqueio e Calços.............................................30

3.5.1.3 Medição da Resistência de Isolamento ......................................30

3.5.1.4 Conexão de Força do Motor.......................................................31

3.5.1.5 Conexões dos Condutores dos Circuitos de Proteção e Controle31

3.5.1.6 Fixação do Motor à Base............................................................31

3.5.1.7 Proteções do Motor ....................................................................31

3.5.2 Operação com o Motor Desacoplado ......................................................31

3.5.3 Acoplamento Motor – Máquina Acionada..............................................33

3.5.4 Operação com o Motor Acoplado ...........................................................34

3.5.4.1 Indicadores e Proteção de Vibração...........................................35

3.5.4.2 Indicadores e Proteção Térmica dos Mancais............................35

3.5.4.3 Indicadores e Proteção Térmica dos Enrolamentos ...................37

3.5.4.4 Dispositivos Auxiliares ..............................................................37

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Técnicas de Inspeção e Procedimentos de Testes

6.1 A INSPEÇÃO DE UM CAPACITOR


6.1.1 Limpeza
Manter a carcaça e os isoladores limpos


6.1.2 Oxidação da Carcaça e Estruturas de Suporte.

Remover pontos de oxidação e fazer tratamento anticorrosivo.



6.1.3 Aterramento

A carcaça dos capacitores e a estrutura metálica devem ser rigidamente ligadas à

malha de terra.

Chave de desligamento e aterramento do banco. Verificar operação e efetivo

aterramento do banco para a terra.



6.1.4 Proteção Contra Curto-circuito

Fusíveis devem proteger a caixa contra rompimento em caso de curto-circuito

interno.



6.1.5 Deformação da Carcaça

Deformação pode ser conseqüência de sobrecorrente provocada por curto-circuito em

elementos unitários, sobretensão ou tensões harmônicas.



6.1.6 Isolamento

Meça o valor da resistência de isolamento entre terminais e carcaça com um

megômetro de 500V durante 1 min. Meça a temperatura externa no topo da carcaça e a
umidade relativa do ar. Compare o valor medido com as medições anteriores do mesmo
módulo. Compare o valor com os dos outros módulos similares. Unidades com valores
decrescentes ou inferiores aos de módulos similares devem ser investigadas.

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Técnicas de Inspeção e Procedimentos de Testes

6.1.7 Teste da Integridade do Módulo Capacitor
Aplicar tensão reduzida nos terminais do capacitor, medindo a corrente drenada.

A potência fornecida pelo capacitor monofásico é calculado pela fórmula:


T

T
NN V

I
VP 2


onde:

PN = Potência nominal
IT = Corrente medida no teste
VT = Tensão reduzida de teste
VN = Tensão nominal

Para capacitor trifásico, aplicar os valores medidos na fórmula:


T

T
NN V

I
VP 23


Comparar a potência calculada com a potência da placa. Diferenças superiores a 5%

devem ser investigadas. Maiores que 10% indicam problemas internos no capacitor.

Atenção: em caso de queima freqüente de capacitores verificar:
Tensão de alimentação superior à tensão nominal;
Distorção da tensão harmônica no barramento alimentador.

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Técnicas de Inspeção e Procedimentos de Testes


24.12.3 Avaliação dos Resultados dos Testes


Os valores medidos em cada posição, devem ser comparados com os valores dos

testes anteriores, nas mesmas condições. Resistências de isolamento decrescentes são
indicadores de contaminação por umidade, poeira ou outros contaminantes. Efetuar limpeza e
secagem e verificar contaminação do meio de interrupção, no caso de óleo isolante.


Comparar as medições das três fases entre si. Diferenças da ordem de 3:1 devem ser

vistas com preocupação.

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Técnicas de Inspeção e Procedimentos de Testes

25 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Apostilas do Programa de Certificação Operacional CST- Inspetor de
Eletricidade, WEG Industrias LTDA.

Apostila do Programa de Certificação Operacional CST- Inspetor de
Eletricidade, “Dispositivos de Seccionamento e Comutação” – W-SERVICE.

Manual de Escovas de Carvão CARBOMEC.

Manual de Escovas de Carvão SEERCIL RINGS DORF.

Jordão, D. M., Manual de Instalações Elétricas em Indústrias Químicas,
Petroquímicas e de Petróleo. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS – Qualitymark - 2ª
ed – 1998.

KITAGUCHI, T., Apostila Manutenção de Transformadores Imersos em
Líquidos Isolantes.

Lobosco, O. S. e Dias, J. L. P C., Seleção e Aplicação de Motores Elétricos,
SIEMENS, Ed. McGRAW HILL- 1988.

Lopes, P. T. F., Notas de Aula do curso de Pós Graduação em Engenharia de
Manutenção – ABRAMAN/UNIVIX.

Manual de Cabos Elétricos PIRELLI.

Manual de Cabos de Média Tensão – ALCOA.

Manual de Motores CC WEG.

Manual de Motores Elétricos WEG.

Milasch, M., Manutenção de Transformadores em Líquido Isolante , Ed. Edgard
Blucher- 1984.

Moran, A. V., Manutenção elétrica industrial, ED. Ícone – 1996.

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