Download Contabilidade Básica Fácil 29ª Ed 2013.pdf PDF

TitleContabilidade Básica Fácil 29ª Ed 2013.pdf
File Size5.5 MB
Total Pages378
Table of Contents
                            Página de Título
Página de Direitos Autorais
Apresentação
Sumário
Capítulo 1 – A Contabilidade é Fácil
	1.1 Introdução
	1.2 O desafio da terminologia
	1.3 Conceito
	1.4 Aplicação e usuários da Contabilidade
Capítulo 2 – Patrimônio
	2.1 Conceito e definição
		2.1.1 Bens
		2.1.2 Direitos
		2.1.3 Obrigações
	2.2 Aspectos qualitativo e quantitativo do Patrimônio
		2.2.1 Aspecto qualitativo
		2.2.2 Aspecto quantitativo
	2.3 Representação gráfica do Patrimônio
	2.4 Situações Líquidas Patrimoniais
		2.4.1 situações Líquidas Patrimoniais possíveis
	2.5 Equação Básica do Patrimônio
	2.6 Patrimônio Líquido
	2.7 Formação do Patrimônio e suas variações
		2.7.1 Introdução
		2.7.2 Exemplo de formação do Patrimônio e suas variações
	2.8 Origens e aplicações dos recursos
		2.8.1 Passivo: origem dos recursos
		2.8.2 Ativo: aplicação dos recursos
Capítulo 3 – Contas
	3.1 Conceito
	3.2 Classificação das contas
		3.2.1 Contas Patrimoniais
		3.2.2 Contas de Resultado
	3.3 Outras informações envolvendo contas
	3.4 Noções de débito e crédito
		3.4.1 Observações finais sobre as primeiras noções de débito e crédito
	3.5 Função e funcionamento das contas
	3.6 Plano de Contas
		3.6.1 Conceito
		3.6.2 Elenco de Contas
Capítulo 4 – Atos e Fatos Administrativos
	4.1 Atos Administrativos
	4.2 Fatos Administrativos
		4.2.1 Fatos Permutativos
		4.2.2 Fatos Modificativos
		4.2.3 Fatos Mistos
		4.2.4 Esquema para fixação
Capítulo 5 – Escrituração
	5.1 Conceito
	5.2 Livros utilizados na Escrituração
		5.2.1 Livro Diário
		5.2.2 Livro Razão
		5.2.3 Livro Contas-Correntes
		5.2.4 Livro Caixa
	5.3 Métodos de Escrituração
		5.3.1 Método das Partidas simples
		5.3.2 Método das Partidas Dobradas
	5.4 Lançamento
		5.4.1 Conceito
		5.4.2 Elementos Essenciais
		5.4.3 Fórmulas de lançamentos
	5.5 Como contabilizar juros, aluguéis e descontos
		5.5.1 Juros
		5.5.2 Aluguéis
		5.5.3 Descontos
	5.6 Como contabilizar os Fatos da fase de constituição das empresas
		5.6.1 Constituição e realização do Capital
		5.6.2 Despesas de Constituição
	5.7 Retificações de lançamentos (erros de escrituração)
		5.7.1 Erros de redação
		5.7.2 Borrões, rasuras, registros nas entrelinhas
		5.7.3 Intervalos em branco (saltos de linhas ou de páginas)
		5.7.4 Valores lançados a maior
		5.7.5 Valores lançados a menor
		5.7.6 Troca de uma conta por outra
		5.7.7 Inversão de contas
		5.7.8 Omissão de lançamentos
		5.7.9 Lançamento em duplicata
Capítulo 6 – Monografia — Prática de Escrituração
	6.1 Instruções gerais
	6.2 Dados para escrituração
	6.3 Livros para escrituração
		6.3.1 Roteiro
		6.3.2 Livro Diário
		6.3.3 Livro Razão
		6.3.4 Livro Caixa
		6.3.5 Livro Contas-Correntes
	6.4 Partidas Simples X Partidas Dobradas
	6.5 A Contabilidade informatizada
	6.6 A Monografia no computador
Capítulo 7 – Razonete e Balancete
	7.1 Razonete
	7.2 Balancete
Capítulo 8 – Apuração do Resultado do Exercício
	8.1 Apuração do Resultado
	8.2 Roteiro para apuração do Resultado
	8.3 Procedimentos e Contabilização
Capítulo 9 – Plano de Contas
	9.1 Conceito
	9.2 Elenco de Contas
	9.3 Informações sobre o Elenco de Contas
		9.3.1 Informações sobre o Gráfico I
		9.3.2 Informações sobre o Gráfico II
	9.4 Manual de Contas
	9.5 Modelos Padronizados de Demonstrações Contábeis
Capítulo 10 – Operações Com Mercadorias
	10.1 Introdução
	10.2 Registro das compras e das vendas de Mercadorias durante o ano
	10.3 Resultado Simplificado da Conta Mercadorias
		10.3.1 Apuração extracontábil
		10.3.2 Apuração Contábil
	10.4 Fatos que alteram os valores de compras e vendas
		10.4.1 Fatos que alteram os valores de compras
		10.4.2 Fatos que alteram os valores de vendas
		10.4.3 Tributos incidentes sobre Compras e Vendas
	10.5 Critérios de Avaliação de Estoques
		10.5.1 Introdução
		10.5.2 Preço Específico
		10.5.3 PEPS
		10.5.4 UEPS
		10.5.5 Custo Médio Ponderado Móvel (Média Ponderada Móvel)
		10.5.6 Custo Médio Ponderado Fixo (Média Ponderada Fixa)
	10.6 Inventário de Mercadorias
	10.7 Resultado completo da conta Mercadorias
		10.7.1 Fórmulas
		10.7.2 Rateio dos Fretes e seguros sobre Compras
	10.8 Perdas Estimadas em Créditos de Liquidação Duvidosa
		10.8.1 Introdução
		10.8.2 Disciplina da NBC TG 38
		10.8.3 Exemplo Prático
Capítulo 11 – Depreciação, Amortização e Teste de Recuperabilidade
	11.1 Depreciação
	11.2 Amortização
	11.3 Teste de Recuperabilidade
Capítulo 12 – Princípio da Competência
	12.1 Introdução
	12.2 Ajustes em Contas de Despesas
		12.2.1 Despesas incorridas e não pagas
		12.2.2 Despesas pagas antecipadamente
	12.3 Ajustes em Contas de Receitas
		12.3.1 Receitas realizadas (ganhas) e não recebidas
		12.3.2 Receitas recebidas antecipadamente (recebidas e não ganhas)
	12.4 Regimes Contábeis
		12.4.1 Introdução
		12.4.2 Conceitos
		12.4.3 Comparação entre Regime de Caixa e Regime de Competência
Capítulo 13 – Resultado do Exercício
	13.1 Introdução
	13.2 Resultado Líquido
		13.2.1 Conceito
		13.2.2 Deduções, Participações e Destinações do Resultado do Exercício
			13.2.2.1 Introdução
			13.2.2.2 Juros sobre o Capital Próprio (JCP)
			13.2.2.3 Deduções
			13.2.2.4 Participações
			13.2.2.5 Lucro Líquido do Exercício
			13.2.2.6 Destinações
Capítulo 14 – Demonstrações Contábeis (Financeiras)
	14.1 Introdução
	14.2 Balanço Patrimonial
	14.3 Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)
	14.4 Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA)
	14.5 DemonstraÇÃO Das MutaÇÕes Do PatrimÔnio LÍquido
		14.5.1 Conceito
		14.5.2 Elaboração da DMPL
		14.5.3 Modelo de DMPL
	14.6 DemonstraÇÃo Dos Fluxos De Caixa
		14.6.1 Conceito
		14.6.2 Estrutura da DFC
		14.6.3 Classificação das entradas e saídas de Caixa por atividades
		14.6.4 Métodos de elaboração
			14.6.4.1 Método Indireto
			14.6.4.2 Método Direto
		14.6.5 Exemplo Prático
	14.7 Demonstração do Valor Adicionado
		14.7.1 Conceito
		14.7.2 Elaboração da DVA
		14.7.3 Estrutura da DVA
		14.7.4 Modelo de DVA
	14.8 Notas Explicativas
Capítulo 15 – Matéria Complementar
	15.1 Operações envolvendo bancos
		15.1.1 Introdução
		15.1.2 Cobrança simples de Duplicatas
		15.1.3 Desconto de Duplicatas
			15.1.3.1 Desconto sem transferência substancial dos riscos e benefícios
			15.1.3.2 Desconto com transferência substancial dos riscos e benefícios
		15.1.4 Empréstimo mediante caução de Duplicatas
	15.2 Venda de Mercadorias Recebidas por meio de cartão de crédito
	15.3 Venda de Mercadorias Recebidas por meio de cartão de débito
	15.4 Principais documentos utilizados pela Contabilidade
		15.4.1 Ação
		15.4.2 Debênture
		15.4.3 Nota Fiscal
		15.4.4 Documentos Fiscais Eletrônicos (DFE)
	15.5 Fatura
	15.6 Duplicata
	15.7 Triplicata
	15.8 Nota Promissória
	15.9 Recibo
		15.9.1 Recibo de Profissional Autônomo (RPA)
		15.9.2 Recibo de Aluguel de Imóveis
		15.9.3 Recibo de Profissional Liberal
Mensagem Final
Referências
                        
Document Text Contents
Page 2

Osni Moura Ribeiro

29a edição

Page 189

Contas Redutoras do Balanço
Você deve ter percebido que tanto no lado do Ativo quanto no do Passivo algumas contas

apresentam sinal negativo (–). Elas são denominadas Contas Redutoras do Ativo ou do Passivo.
Os valores das Contas Redutoras devem figurar entre parênteses, os quais indicam que esses

valores são negativos no respectivo grupo.
Contas Redutoras do Ativo

As Contas Redutoras do Ativo são de natureza credora e, por força da Lei no 6.404/1976, no
Balanço Patrimonial devem figurar no lado do Ativo, como Contas Redutoras das Contas com base
nas quais foram criadas.

No Elenco de Contas que ora analisamos, apresentamos três Contas Redutoras do Ativo:
Perdas Estimadas em Créditos de Liquidação Duvidosa: veja detalhes acerca dessa conta na

Seção 10.8 do Capítulo 10.
Depreciações Acumuladas: no Elenco de Contas, as Depreciações foram subdivididas em cinco

contas: Depreciação Acumulada de Computadores, Depreciação Acumulada de Imóveis,
Depreciação Acumulada de Instalações, Depreciação Acumulada de Móveis e Utensílios e
Depreciação Acumulada de Veículos. Cada uma delas deverá figurar no Ativo Não Circulante,
subgrupo Ativo Imobilizado, como Redutoras das Contas sujeitas à Depreciação que representem os
Bens de uso da empresa.

No Capítulo 11 — Depreciação e Amortização, você estudará mais detalhadamente a aplicação
dessas contas. Quando a empresa estiver obrigada a publicar o Balanço Patrimonial nos jornais de
grande circulação do país (como ocorre com as sociedades anônimas de capital aberto), bem como
outras demonstrações contábeis, todas essas intitulações poderão ser agrupadas e denominadas de
uma só maneira: Depreciações Acumuladas.

Amortização Acumulada: corresponde a diminuições dos saldos das contas representativas de
bens intangíveis. Mais detalhes você encontrará no Capítulo 11.
Contas Redutoras do Passivo

São contas de natureza devedora que, por força da Lei no 6.404/1976, devem figurar no lado do
Passivo, como redutoras das contas com base nas quais foram criadas.

No Elenco de Contas em estudo, apresentamos cinco Contas Redutoras do Passivo:
Custos ou Perdas Correspondentes: figura no grupo Receitas Diferidas. Representa as Despesas

e/ou Custos da empresa em decorrência de Receitas recebidas antecipadamente. Veja mais detalhes
no Capítulo 12.

Titular conta Capital a Realizar: integra o grupo do Patrimônio Líquido, subgrupo Capital
Social, como redutora da conta Capital. Representa parte do Capital já subscrito pelo Titular, porém,
ainda não realizado.

Para rever as informações sobre o funcionamento desta conta, você deverá consultar o Capítulo 5,
Seção 5.6.

(+ ou –) Ajustes de Avaliação Patrimonial: esta conta que poderá apresentar saldo devedor ou
credor representa a contrapartida de ajustes efetuados em contas do Ativo ou do Passivo. Trata-se de
uma inovação trazida pela Lei no 11.638/2007, que não estudaremos dado o caráter introdutório desta
obra.

Page 190

(–) Ações em Tesouraria: corresponde a ações representativas do capital da própria empresa,
adquiridas por ela mesma.

(–) Prejuízos Acumulados: conforme vimos, o resultado negativo apurado no exercício social
findo ou em exercícios anteriores fica acumulado no Patrimônio Líquido, com essa intitulação, até
que seja compensado ou assumido pelos sócios ou titulares. Lembramos, mais uma vez que,
opcionalmente, a empresa pode utilizar a conta sintética “Lucros ou Prejuízos Acumulados” para
representar esse prejuízo, caso em que o seu saldo figurará no Balanço entre parênteses.

Contas Extrapatrimoniais
A Lei das Sociedades por Ações (Lei no 6.404/1976) não contempla essas contas, porém dispõe

que, na apresentação do Balanço, os ônus reais constituídos sobre elementos do Ativo, as garantias
prestadas a Terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes sejam indicadas em Notas
Explicativas.

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) trata das Contas de Compensação, nos itens 29 e 30
da Interpretação Técnica ITG 2000 — Escrituração Contábil, aprovada pela Resolução CFC no
1330/2011.

Estabelece a mencionada ITG 2000 que a escrituração das Contas de Compensação somente será
obrigatória quando algum órgão regulador,* ao qual a empresa estiver subordinada, assim o
determinar. Entretanto, nos casos em que as Contas de Compensação não forem utilizadas, a entidade
deve manter outros mecanismos que possibilitem controlar os atos administrativos relevantes.

Estas contas permitem o controle dos Atos Administrativos relevantes, isto é, aqueles que possam
afetar futuramente a Situação Patrimonial da empresa.

Quando, por exemplo, a empresa assina contrato com uma companhia seguradora, o valor
segurado deve ser registrado em Contas de Compensação.

Pela inexpressiva importância que a contabilização dos Atos Administrativos representa nesta
fase dos seus estudos, apresentaremos apenas dois exemplos de contabilização: um envolvendo
Seguros (Capítulo 12, Seção “Despesas com Seguros”) e outro envolvendo Cobrança Simples de
Duplicatas (Capítulo 15 — Matéria Complementar, Seção 15.1.2).

9.3.2 Informações sobre o Gráfico II
No gráfico II do Elenco de Contas do Capítulo 3, estudamos apenas três grupos de contas:

Despesas, Receitas e Contas de Apuração do Resultado. Agora, como você já avançou nos estudos,
vamos lhe apresentar todos os grupos e subgrupos das Contas de Resultado, conforme estabelece a
Lei no 6.404/1976.

Despesas
Despesas Operacionais

São as Despesas que ocorrem em função da vida normal da empresa. Elas podem ser
consideradas necessárias à gestão do Patrimônio e são subdivididas em:

a) Despesas com Vendas: neste subgrupo são classificadas todas as Despesas ligadas à atividade
comercial da empresa. Elas podem ser subdivididas em Pessoal (Salários, Encargos,

Page 377

Av. A. J. Renner, 231 – Farrapos
Fone: (51) 3371- 4001 / 3371-1467 / 3371-1567 – Porto Alegre

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SÃO PAULO (sala dos professores)
Av. Brig. Faria Lima, 6363 – Rio Preto Shopping Center – V. São José
Fone: (17) 3227-3819 / 3227-0982 / 3227-5249 – São José do Rio Preto

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SÃO PAULO (sala dos professores)
Rua Santa Luzia, 106 – Jd. Santa Madalena
Fone: (12) 3921-0732 – São José dos Campos

SÃO PAULO
Av. Antártica, 92 – Barra Funda
Fone PABX: (11) 3613-3666 – São Paulo



361.187.029.001



R37c
29.ed.

Ribeiro, Osni Moura
Contabilidade básica fácil/Osni Moura Ribeiro. - 29.ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.

ISBN 9788502210912

1. Contabilidade. I. Título.

13-03076 CDD: 657
CDU: 657



Copyright © Osni Moura Ribeiro
2014 Editora Saraiva
Todos os direitos reservados.



Flávia Alves Bravin

Rita de Cássia da Silva

Luciana Cruz
Patricia Quero

Gisele Folha Mós

Daniela Nogueira Secondo
Rosana Peroni Fazolari

Nathalia Setrini Luiz

Najla Cruz Silva

Casa de ideias

Page 378

Produção gráfica Liliane Cristina Gomes

Atualização da 2a edição ERJ Composição Editorial



Contato com o editorial
[email protected]

29a Edição

Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Editora
Saraiva. A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na lei no 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.



mailto:[email protected]

Similer Documents