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Federação espírita brasileira

O Sermão da

Montanha

Rodolfo Calligaris

A “Carta Magna do Cristianismo” (Mateus, 5 a 7)
explicada, versículo por versículo, à luz da Doutrina
Espírita.

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O Sermão da Montanha

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através de eventos di versos, sendo atraídos para
outros mundos, cujas condi ções de primitivismo

maus pendores, onde permanecerão até que se re-

A partir do terceiro milênio, passarão a reen-
carnar neste mundo apenas as almas que hajam

que lhes quebravam a harmonia, conhecerão uma

assim, a promessa do Cristo: “Bem -aventurados
os mansos, porque eles herdarão a terra”. (Ma-
teus, 5:5.)

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Bem-aventurados os
que choram...

Dizem que todos choram, que a Humanidade
-

mento é o preço do pecado introduzido na Terra
pelos “nossos primeiros pais” — Adão e Eva.

mundo são o meio de que Deus se vale para expe-
-

nossos gozos no paraíso.

horas, sem pelo menos tomar consciência de si
mesmos, enquanto outros têm de viver sessenta,
oitenta ou cem anos, conhecendo toda a sorte de

e assim atravessam toda a existência, enquanto


que uns vêm ao mundo em ambientes sadios, em

as virtudes, ao passo que outros surgem em meios

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Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça...

Assim, aquelas palavras do Mestre: “Bem-
-aventura dos os que têm fome e sede de justiça,
porque eles serão saciados” (Mateus, 5:6), não se

-
mados com sua condição, pro testam, amaldiçoam
ou promovem agitações subversivas, mas sim aos
que, qualquer que seja a classe social em que se
encontrem, procuram, de consciência tranquila,
seguir-lhe as pegadas, alimentando a nobre aspi-
ração de pautar seus próprios atos -
dade com os mais altos ideais de justiça e retidão,
respeitando escrupulosa mente os direitos de seus
semelhantes, procurando tirar de sua atuação o
maior resultado possível para a evolução própria
e o bem alheio.

conta como cooperadores, para a implantação na
Terra de um estilo de vida mais consentâneo com
o Direito e a Moral.

Que os verdadeiros cristãos, inspirados no
exemplo do Mestre, que desceu dos cimos da pu-

-
-

dade necessitava para alcançar a redenção, saiam,
pois, a campo, empenhando-se de corpo e alma na
construção da sociedade do porvir.

...

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Sobre o autor

Nascido na cidade de Americana (SP), aos 30
de outubro de 1913, tornou-se espírita aos 21 anos,

-
tente durante quatro décadas de devotamento à
causa espírita.

-
ridião Prado”, em 1964, mantendo-se como seu di-
retor até a data do seu retorno ao Mundo Maior.

Escritor de reconhecidos méritos, colaborou

em vários órgãos da imprensa espírita, incluindo-
-se Reformador, da FEB.

Ativo também no campo do livro, publicou
cinco obras de cunho evangélico-doutrinário, sen-
do quatro delas pela FEB: Páginas de Espiritismo
Cristão; As Leis Morais; Parábolas Evangélicas e
O Sermão da Montanha.

-

espíritas, desempenhando, por dez anos consecu-
-

rita de Rio Claro e no Conselho Regional.

Ao desencarnar, no dia 15 de agosto de 1975,
deixou uma memória de trabalho, honradez, idea-

destacado e sincero operário do Espiritismo Cris-
tão em nossa terra.

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